30 de março - Paixão de Cristo

Paixão (do latim tardio passio -onis, derivado de passus, particípio passado de patī «sofrer» é o termo teológico cristão utilizado para descrever os eventos e os sofrimentos — físicos, espirituais e mentais — de Jesus nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. Este evento, a crucifixão de Jesus, é um evento central às crenças cristãs.
As origens etimológicas da palavra estão no verbo grego πάσχω ("sofrer") encontrado em passagens como Mateus 17:12 (e passagens paralelas em Marcos e Lucas - vide Transfiguração de Jesus), e Atos 1:3. O termo latino passio é usado para se referir ao sofrimento mortal de Cristo na Vulgata. O termo volta a aparecer no século II em textos cristãos para descrever precisamente as dores e o sofrimento de Jesus neste contexto. O termo "paixão", que se originou do latim passio, acabou evoluindo para indicar outro significado, mais abrangente.
O termo "Agonia de Jesus" é usado de maneira mais específica, para se referir à Agonia no Jardim, a ação (grego: agon) de Jesus de orar antes de ser preso no Jardim de Getsêmani; de maneira semelhante a "paixão", a palavra "agonia" acabou por evoluir e indicar um determinado estado de espírito.
Os trechos dos quatro Evangelhos que descrevem estes eventos são conhecidos como as "narrativas da Paixão". O "Evangelho de Pedro", apócrifo, também é uma narrativa da Paixão. No calendário litúrgico a Paixão é comemorada na Semana Santa, que se inicia no Domingo de Ramos e termina no Sábado de Aleluia.
A Paixão de Jesus Cristo é um dos ciclos da Sua vida, o último. Nele se inserem todos os episódios que medeiam a Última Ceia e a morte na cruz. O termo "paixão" provém do latim passio , que indica sofrimento.
Os Quatro Evangelhos, de Marcos, Lucas, Mateus e João, relatam as provações físicas e morais pelas quais Cristo passou durante a Paixão, sendo destas uma das que se representam mais frequentemente em termos iconográficos o Ecce Homo ("Eis o Homem"), altura em que Cristo é apresentado à multidão flagelado, com uma coroa de espinhos e um ramo na mão e coberto apenas com uma clâmide ou capa vermelha. Estes objetos foram-lhe impostos pelos guardas e torturadores como imitação dos atributos reais, na sequência da afirmação de Jesus de que Ele pertenceria ao reino dos Céus. A prece no jardim de Getsemani, a traição de Judas, o caminho para o Calvário, a crucifixão, o sorteio da capa que cobria Jesus e a Sua morte são outras representações da Paixão muito frequentes.
Desde a Última Ceia, em que Cristo afirma saber que será traído, e durante toda a Paixão, que a Sua atitude perante os sofrimentos e inevitável morte é de aceitação resignada, de forma a cumprir a vontade do Seu Pai. Na verdade, o Cristianismo sempre considerou a morte de Cristo como o elemento que justificou a Sua vinda à Terra, para expiar os pecados da Humanidade e a salvar. A Última Ceia aparece como episódio fundamental para a correta perceção da Paixão, uma vez que a sua realização é, simbolicamente, o sacrifício de Cristo para bem dos homens (cortado e distribuído pelos apóstolos, o pão e o vinho, que significam a carne e o sangue de Jesus, são ingeridos como alimento essencial à sobrevivência humana).
A celebração da Eucaristia pretende reviver constantemente esta imolação da vida de Cristo para que a redenção da Humanidade se possa efetuar. Durante a época paleo-cristã, ou primeiros tempos de Cristianismo, a celebração da Paixão fazia-se durante a Semana Santa, e crê-se datar da Idade Média tardia o hábito de cobrir com um pano as imagens sacras das igrejas durante a celebração deste ciclo.
Um dos filmes que apresentam a Paixão de Jesus numa dimensão mais crua, e mais aproximada do que poderá ter realmente acontecido, é A Paixão de Cristo (2004), realizado por Mel Gibson. Veja o filme aqui https://vimeo.com/212926964

Dia Internacional da Mulher


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Reflexão de natal

Todos os anos ao chegar à época natalina muitos se perdem entre presentes, correrias às lojas, mesas fartas de comida... Mas será o Natal apenas isso? Não!

Natal é tempo de celebrar o nascimento do nosso Salvador e assim deixar renascer em nossos corações o amor, a paz e a esperança.

Natal é momento de perdão, de esquecer as tristezas e as amarguras, e é época de fortalecer o coração na fé.

Natal é tempo de família, muitos risos e alegrias. É época de fraternidade e união, e tentar que assim seja o ano todo.
O natal é a época onde nos comportamos do jeito que deveríamos fazer ao longo de todo o ano. O natal é reflexão, é paz e é amor e é mudança, e é família, e é amizade!

Não faça do natal um sinônimo de consumismo, de presente com laço e de materialismo. Aproveite para comemorar com o coração repleto de sentimento. Celebre com ou sem o simbolismo da data, mas celebre, festeje e faça por manter esse modo de vida!
Feliz Natal!


Lápis-lazúli


O Lápis-lazúli é uma pedra extraordinária, de um azul profundo, muitas vezes com pontos de Pirita. Elas também podem vir marcadas com pontos de Calcita branca.

A maioria dos Lápis-lazúli encontrados no mundo vêm da União Soviética e do Afeganistão.
 
 
 
Essa pedra é usada há séculos tanto para fins espirituais quanto para finalidades decorativas, o exemplo mais conhecido são os artefatos usados pelos egípcios.

O Lápis-lazúli pode ser benéfico para o sistema respiratório, especialmente para a garganta, pulmões, órgãos de limpeza e o sistema nervoso. É considerada uma boa pedra para purificação do sangue e para reforçar o sistema imunológico.

O maior e mais típico atributo do Lápis-lazúli é seu relacionamento com a mente e com o estado mental. Ele é um poderoso amplificador do pensamento, ajuda no alinhamento do corpo com a mente, aumenta as habilidades psíquicas e abre o terceiro olho.

Muitas vezes, o azul é a cor relacionada com a água, paz, espiritualidade e serenidade.

Tudo isso é relacionado ao Lápis-lazúli, uma pedra que pode guiá-lo na direção da pureza mental e espiritual.

Em todas as pessoas há uma essência composta de energias física, mental e espiritual. Muitas coisas neste mundo nos impedem de dedicar tempo para harmonizar estas energias.
 

Se este impedimento dura longo período, nossas vidas podem ficar desequilibradas, o que provoca graves efeitos colaterais, como doenças, depressões ou dúvidas acerca da finalidade da existência.
 

Com Lápis-lazúli como amigo e guia, nós poderemos estar em contato maior com nossa essência e atuar mais ativamente no controle de nossa existência.
 

Ele é usado por muitas pessoas para aumentar o conhecimento delas mesmas e de seu meio ambiente.
 

O Lápis-lazúli é uma das melhores pedras para se conseguir a iluminação, e para isso, deve ser utilizado com precaução e cuidado e o mais próximo possível da garganta.
 

Apesar de tradicionalmente usado como anel, ele deve ser colocado acima do diafragma de modo que a energia do usuário seja levada para cima.
 

O Lápis-lazúli tem um grande poder natural, mas que só é bom se a pessoa que o usa também for. Em resumo, ele reforça o poder inerente do indivíduo. É um intensificador e uma força niveladora.
 Essa pedra tem afinidade com os signos Touro, Aquário e Sagitário.

 Você Sabia?
 
 

O Lápis-lazúli tinha um grande valor na antiga Babilônia e no Egito. Na Idade Média, Albertus Magnus assegurava que ele curava a melancolia e a “febre quaterna”, aparentemente uma febre intermitente que retornava a cada três dias.
 

Nomeado Chesbet pelos egípcios, uma quantidade de Lápis-lazúli muitas vezes aparecia como um item importante na lista de tributos a serem pagos ao Egito pelos países sob sua influência.
 

Frequentemente participava da lista de presentes enviados pela Babilônia.
 

Os Lápis-lazúli da Babilônia eram das mais antigas minas do mundo, as quais já estavam sendo mineradas no ano 4.000 a.C ( e ainda hoje se trabalha nelas).
 

Dizia-se que o sumo sacerdote do Egito usava, suspenso no pescoço, uma imagem de Mat, deus da verdade, feita de Lápis-lazúli.
 

Ele também era muito valorizado por sua cor azul de extraordinária beleza, que se mantinha mesmo quando a pedra era triturada e misturada com pigmento.
 

Nessa forma ela foi usada por séculos como maquilagem muito cara e luxuosa, assim como tinta para artistas renomados.
 
O Lápis-lazúli era uma das pedras utilizadas sobre o peitoral dos mais altos sacerdotes de Israel.
  
Utilização:
Use-a ou coloque-a na garganta ou no terceiro olho. Essa pedra deve ser posicionada acima do diafragma, em algum lugar entre o esterno e o topo da cabeça.
 

Efeitos Terapêuticos:
 
•Chakras: Sexto Frontal
•Saúde: Rejuvenescimento
•Indicação: Problemas na Tireoide
 

Usos e Aplicações:
 

•Pedra da profissão: Advogados, Comunicadores, Dentistas, Escritor, Estudantes, Executivos, Inventores, Jornalistas, Músicos, Psicólogos e Terapeutas Alternativos.
•Pedra do signo de: Touro, Aquário e Sagitário.

•Tipo de energia: Espiritual

Características Técnicas:
•Ocorrência:
•Dureza: 5 - 6
•Composição Química: Silicato de Alumínio e Sódio com Enxofre.
•Procedência:  Rússia, Afeganistão, Chile, Itália, Estados Unidos, Egito, Oriente Médio.
 

Onde encontrar e comprar a Pedra Lápis-Lazúli?
Você vai encontrar muitas ofertas para comprar Pedra Lápis-Lazúli em forma de joias e objetos de decoração. Acesse já, escolha o seu Lápis-Lazúli e aproveite bem as energias desta pedra !

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